Bitcoin Atinge Marco Histórico: 95% Já Foram Minerados
Sabe aquele ditado de que “o que é raro é caro”? Pois então, o Bitcoin acaba de chegar num marco que deixa isso ainda mais claro. Mais de 95% de todos os bitcoins que vão existir na história já foram minerados. E olha, isso não é pouca coisa não.
Estamos falando de 19,95 milhões de BTC já circulando por aí, de um total máximo de 21 milhões que foram programados lá no início. Parece muito? Pode até parecer, mas a questão é: faltam apenas 5% para chegar no limite. E esses últimos 5% vão demorar décadas para serem todos minerados.
Principais Conclusões
O Que Isso Significa na Prática?

Vamos com calma aqui. Se você não está muito por dentro do mundo das criptomoedas, pode estar se perguntando: “E daí? O que muda na minha vida isso?”
Bom, mesmo que você não tenha bitcoin ou nunca tenha pensado em investir nisso, esse marco mostra algo importante sobre como funciona essa moeda digital que tanto se fala por aí. Diferente do real, do dólar ou de qualquer outra moeda tradicional, o bitcoin tem um limite fixo. Não dá pra “imprimir” mais bitcoin quando alguém decide. São 21 milhões e pronto. Acabou.
E sabe o que acontece quando algo é limitado e muita gente quer? O valor tende a subir. É a velha lei da oferta e procura que a gente aprende na escola.
Para começar hoje com segurança: Relatório Smart: 25 Criptomoedas para o Ciclo de Alta Por Adriano Serafim
Como Funciona Essa História de Mineração?
Talvez você já tenha ouvido falar que o bitcoin é “minerado”, mas não é que nem garimpo de ouro não, viu? Ninguém está com picareta quebrando pedra por aí.
A mineração de bitcoin acontece através de computadores super potentes que ficam resolvendo problemas matemáticos complexos. Cada vez que esses problemas são resolvidos, novos bitcoins são criados e entregues como recompensa para quem estava minerando. É tipo um prêmio por manter toda a rede funcionando direitinho.
Mas aqui está o pulo do gato: a cada quatro anos, mais ou menos, acontece um evento chamado “halving”. Nesse momento, a recompensa pela mineração cai pela metade. Se antes você ganhava 50 bitcoins por bloco minerado, depois passa para 25, depois 12,5, e por aí vai.
Hoje em dia, a recompensa está em 6,25 bitcoins por bloco. E já teve halving recente que deixou isso ainda menor. Isso faz com que a criação de novos bitcoins fique cada vez mais lenta e difícil.
Por Que Esse Número de 95% É Tão Importante?
Olha, quando você para pra pensar que já passamos da marca de 95%, significa que estamos entrando numa fase bem diferente da história do bitcoin. Os primeiros anos foram de abundância relativa – bem relativa mesmo, mas enfim. Agora a coisa aperta de verdade.
Segundo a Bitcoin Magazine, que é tipo a bíblia do mercado de criptomoedas, esse marco reforça a narrativa de escassez do bitcoin. E escassez, no mundo dos investimentos, geralmente significa valorização.
Pensa comigo: se só existem 21 milhões de bitcoins pra dividir entre 8 bilhões de pessoas no mundo, nem todo mundo vai conseguir ter um bitcoin inteiro. Nem se quisesse. E isso sem contar os bitcoins que foram perdidos ao longo dos anos (tem gente que perdeu acesso às carteiras digitais e nunca mais recuperou).
O Impacto no Mercado Financeiro
Agora vem a parte que interessa pra quem gosta de economia e investimentos. Esse marco dos 95% está mexendo com o mercado de várias formas.
Primeiro, temos a questão da volatilidade. Bitcoin sempre foi conhecido por ter aquelas montanhas-russas de preço, né? Um dia sobe, outro dia despenca. Mas com a oferta diminuindo, qualquer movimento de compra ou venda pode causar variações ainda maiores no preço.
É como se fosse um copo d’água. Se você tem um balde cheio e tira um copo, nem se percebe. Mas se você tem só um copo e tira metade, faz uma diferença enorme.
Segundo, e isso é interessante, as grandes instituições financeiras estão de olho. Bancos, fundos de investimento, empresas gigantes… Todo mundo quer entrar nessa festa antes que fique caro demais.
Nos Estados Unidos, por exemplo, até o PNC Bank – que é um dos grandes bancos de lá – já está oferecendo serviços relacionados ao bitcoin para os clientes. Aqui no Brasil, a gente também tem visto bancos e corretoras tradicionais abrindo as portas para criptomoedas.
E Quem Minera? Como Fica a Situação?
Essa é uma pergunta boa. Se a recompensa por minerar está ficando menor a cada dia, por que alguém continuaria gastando energia elétrica e dinheiro com equipamentos caros para fazer isso?
Bom, tem dois lados nessa história.
Por um lado, conforme novos bitcoins ficam mais raros, o preço de cada um tende a subir. Então mesmo ganhando menos bitcoins, o valor do que você recebe pode compensar.
Por outro lado, os mineradores vão precisar cada vez mais depender das taxas de transação. Sabe quando você faz uma transferência de bitcoin e paga uma taxa? Essa taxa vai para os mineradores. E com menos recompensa vinda de bitcoins novos, essas taxas vão se tornar a principal fonte de renda deles.
Isso pode gerar algumas mudanças no futuro. Talvez as taxas fiquem mais altas. Talvez o sistema tenha que se adaptar de outras formas. É difícil prever com certeza, mas uma coisa é certa: o modelo vai precisar se sustentar de alguma forma.

O Brasil e o Bitcoin: Como Estamos Nessa História?
Pode parecer que bitcoin é coisa de gringo, mas o Brasil está bem envolvido nisso tudo, viu?
A gente tem uma das maiores comunidades de entusiastas de criptomoedas da América Latina. Tem brasileiro minerando bitcoin (embora seja mais difícil por causa do custo da energia aqui), tem gente investindo, tem empresas brasileiras trabalhando com blockchain…
E olha que interessante: em momentos de crise econômica ou quando o real está desvalorizado, muita gente aqui no Brasil vê o bitcoin como uma forma de proteger o dinheiro da inflação. É tipo uma reserva de valor, entende?
Claro que tem seus riscos. Bitcoin não é brincadeira e o preço pode cair tanto quanto sobe. Mas o fato é que cada vez mais brasileiros estão prestando atenção nisso.
A Escassez Digital: Um Conceito Revolucionário
Vamos falar de uma coisa que pode parecer óbvia, mas é revolucionária: antes do bitcoin, era impossível ter algo digital que fosse verdadeiramente escasso.
Pensa bem. Se você tem uma música em MP3, pode copiar quantas vezes quiser. Uma foto digital? Copia milhões de vezes. Um arquivo de texto? A mesma coisa.
Mas o bitcoin mudou isso. Pela primeira vez na história, temos algo digital que não pode ser copiado. Existem apenas 21 milhões de unidades, e não tem como criar mais. Isso é feito através da tecnologia blockchain, que funciona como um livro contábil gigante e público que todo mundo pode verificar.
É como se cada bitcoin fosse uma obra de arte única, só que digital. E isso tem valor. Muito valor.
O Que Vem Por Aí? Previsões e Possibilidades
Bom, agora vem aquela parte onde ninguém tem bola de cristal, mas dá pra fazer algumas análises baseadas no que a gente já viu acontecer.
Historicamente, sempre que o bitcoin passou por essas fases de escassez aumentada (especialmente depois dos halvings), o preço acabou subindo nos meses seguintes. Não é garantia de nada, mas é um padrão que se repetiu algumas vezes.
Com 95% já minerados, estamos entrando numa era onde cada bitcoin novo que surge é um evento cada vez mais raro. E se a demanda continuar crescendo – com mais pessoas, empresas e até países querendo bitcoin – a tendência é que o preço reflita essa escassez.
Mas atenção: isso não é dica de investimento, tá? O mercado de criptomoedas é volátil pra caramba e você pode perder dinheiro. Sempre faça sua própria pesquisa e nunca invista mais do que pode perder.
Os Próximos 5%: Uma Maratona, Não Uma Corrida
Aqui vai um dado curioso: esses últimos 5% de bitcoin que faltam ser minerados vão levar mais de 100 anos para serem completamente extraídos.
Isso mesmo. O último bitcoin só deve ser minerado lá por volta de 2140. A gente nem vai estar mais aqui pra ver.
Isso acontece por causa daquele sistema de halving que eu mencionei antes. A cada quatro anos, a quantidade de bitcoins novos criados cai pela metade. Então vai ficando cada vez mais devagar, até que chegue num ponto onde quase não se cria mais nada.
É como espremer uma laranja. No começo sai bastante suco, mas conforme você vai apertando, cada vez sai menos, até que sobre só aquelas gotinhas no final.
Comparando com Ouro: O “Ouro Digital”
Muita gente chama o bitcoin de “ouro digital”, e quando a gente olha esse marco dos 95%, fica fácil entender o porquê.
O ouro também é escasso. Também é difícil de extrair. E também tem um valor que vem justamente dessa raridade. A diferença é que a gente não sabe exatamente quanto ouro existe no mundo, mas sabemos exatamente quantos bitcoins existirão: 21 milhões.
Além disso, o bitcoin é mais fácil de dividir, de transportar e de armazenar do que ouro físico. Tenta carregar um quilo de ouro no bolso pra ver. Com bitcoin, você pode ter milhões em valor no seu celular.
Claro que o ouro tem milhares de anos de história como reserva de valor, enquanto o bitcoin tem apenas 15 anos. Mas é interessante ver como essa nova tecnologia está tentando ocupar um espaço parecido no mundo das finanças.
Segurança e Descentralização: O Que Muda?
Uma preocupação que alguns especialistas têm é sobre a segurança da rede bitcoin quando a recompensa por mineração ficar muito baixa.
A rede bitcoin é segura justamente porque tem muita gente minerando e validando as transações. Quanto mais mineradores, mais difícil é alguém tentar fraudar o sistema. Mas se a recompensa cair muito e as taxas de transação não compensarem, alguns mineradores podem desistir.
Por outro lado, tem gente que argumenta que o aumento natural do preço do bitcoin ao longo do tempo vai compensar a redução na quantidade de moedas novas. Então mesmo ganhando menos bitcoins, o valor em dinheiro seria suficiente para manter os mineradores interessados.
É um debate que vai continuar acontecendo nos próximos anos, e só o tempo vai dizer como isso vai se resolver.
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Instituições Estão Chegando Forte
Uma coisa que está ficando clara é que o bitcoin não é mais só coisa de nerds e entusiastas de tecnologia. O jogo mudou.
Fundos de investimento gigantes estão comprando bitcoin. Empresas estão colocando bitcoin no balanço. Bancos tradicionais estão oferecendo serviços de custódia de criptomoedas. E até alguns países estão acumulando bitcoin como reserva.
Isso muda completamente a dinâmica do mercado. Quando você tem instituições com bilhões de dólares entrando no jogo, a coisa ganha outra dimensão. E com apenas 5% da oferta total ainda por vir, essas instituições estão correndo contra o tempo para acumular suas posições.

Lições Para o Investidor Brasileiro
Se você está pensando em entrar nesse mundo, algumas coisas são importantes ter em mente.
Primeiro: educação. Entenda o que você está comprando. Bitcoin não é ação de empresa, não é título do governo, não é fundo imobiliário. É uma categoria de ativo completamente nova, com suas próprias regras e riscos.
Segundo: cuidado com promessas mirabolantes. Se alguém te garantir que você vai ficar rico com bitcoin, desconfie. Ninguém sabe o futuro. O mercado pode subir, pode cair, pode fazer qualquer coisa.
Terceiro: segurança é fundamental. Se você decidir comprar bitcoin, aprenda a guardar com segurança. Use carteiras confiáveis, ative autenticação em dois fatores, não deixe tudo em corretora.
E quarto: diversificação. Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Bitcoin pode fazer parte de um portfólio, mas não deve ser o portfólio inteiro.
O Futuro é Agora
Esse marco dos 95% não é só um número. É um símbolo de que estamos entrando numa nova fase da história do bitcoin. A fase da escassez extrema.
Nos próximos anos, vamos ver como o mercado reage a isso. Vamos ver se o preço realmente reflete essa raridade crescente. Vamos ver se o sistema consegue se sustentar apenas com taxas de transação. Vamos ver se o bitcoin cumpre sua promessa de ser uma reserva de valor confiável.
O interessante é que tudo isso está acontecendo de forma transparente. Qualquer pessoa pode verificar quantos bitcoins existem, quantos foram minerados hoje, quanto falta. Não tem banco central escondendo informação, não tem governo imprimindo dinheiro às escondidas.
É um experimento econômico acontecendo em tempo real, à vista de todos. E estamos todos participando, de uma forma ou de outra, só por estarmos vivendo nessa época.
Reflexão Final
Quando pensamos que 95% de todos os bitcoins que vão existir já foram criados, fica difícil não se impressionar com a rapidez desse processo. Em pouco mais de uma década, a maior parte da oferta total já está circulando.
E os próximos 100 anos vão ser só pra minerar aqueles últimos 5%. É uma mudança de ritmo e tanto.
O que isso significa para o futuro do dinheiro, da economia e dos investimentos? Ainda estamos descobrindo. Mas uma coisa é certa: ignorar isso não é mais uma opção. Seja você a favor ou contra, o bitcoin já faz parte da conversa financeira global.
E quem sabe? Talvez daqui alguns anos a gente olhe pra trás e perceba que esse marco dos 95% foi o momento em que tudo mudou de verdade.
Se esse tema chamou sua atenção, o BlockNexo tem muito mais pra você.
Perguntas Frequentes
1. Quanto tempo levou para minerar 95% dos bitcoins?
Desde o lançamento do Bitcoin em 2009, foram necessários cerca de 15 anos para atingir essa marca. Os primeiros bitcoins foram minerados muito mais rapidamente, mas o sistema foi projetado para desacelerar com o tempo. É impressionante pensar que levamos 15 anos para chegar aos 95%, mas vamos precisar de mais de 100 anos para minerar os últimos 5%.
2. O que acontece quando todos os 21 milhões de bitcoins forem minerados?
Quando o último bitcoin for minerado (provavelmente em 2140), os mineradores não vão parar de trabalhar. Eles continuarão validando transações e mantendo a rede segura, mas sua recompensa virá exclusivamente das taxas de transação pagas pelos usuários. O sistema foi pensado para que, nessa altura, as taxas sejam suficientes para manter tudo funcionando.
3. Por que existe um limite de 21 milhões de bitcoins?
Essa foi uma escolha do criador do Bitcoin, conhecido pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto. O número 21 milhões foi definido no código original para garantir escassez e evitar inflação. Diferente das moedas tradicionais que podem ser impressas sem limite pelos governos, o Bitcoin tem um teto fixo e imutável. Isso faz parte da sua proposta de ser uma reserva de valor confiável.
4. É possível aumentar o limite de 21 milhões no futuro?
Tecnicamente, seria possível mudar o código, mas na prática é quase impossível. Seria necessário um consenso massivo de toda a rede – mineradores, desenvolvedores, usuários e empresas. Como a escassez é uma das características mais valorizadas do Bitcoin, dificilmente haveria apoio para aumentar o limite. Seria como todos os donos de ouro do mundo concordarem em criar ouro infinito – não faz sentido economicamente.
5. Quanto custa minerar um bitcoin hoje em dia?
Depende muito de onde você está e quanto paga de energia elétrica. Em média, estudos estimam que o custo pode variar entre 10 mil e 30 mil dólares por bitcoin, dependendo da eficiência do equipamento e do preço da energia. No Brasil, onde a energia é relativamente cara em algumas regiões, a mineração pode não ser tão lucrativa quanto em países com eletricidade mais barata.
6. Posso minerar bitcoin em casa com meu computador?
Infelizmente, hoje em dia não compensa mais. No início do Bitcoin, dava para minerar com computadores comuns, mas agora você precisa de equipamentos especializados chamados ASICs, que custam milhares de dólares. Além disso, o consumo de energia é altíssimo. A mineração caseira se tornou inviável para a maioria das pessoas. Hoje em dia, a mineração é dominada por grandes operações industriais.
7. Se 95% já foram minerados, significa que o Bitcoin vai acabar logo?
Não! Ainda vão existir bitcoins sendo minerados pelos próximos 120 anos, mais ou menos. A diferença é que a velocidade de criação está cada vez mais lenta. Pensa assim: os primeiros 50% foram minerados rapidamente, os próximos 25% demoraram mais, os próximos 12,5% demoraram ainda mais, e assim por diante. É uma redução progressiva que vai se estendendo por mais de um século.
8. O que é o halving e como ele afeta a mineração?
O halving é um evento programado que acontece a cada 210 mil blocos minerados (aproximadamente a cada 4 anos). Nesse momento, a recompensa que os mineradores recebem é cortada pela metade. Começou em 50 bitcoins por bloco em 2009, depois foi para 25, depois 12,5, depois 6,25, e no último halving caiu para 3,125 bitcoins. Isso controla a velocidade com que novos bitcoins entram em circulação.
9. Com menos bitcoins sendo criados, o preço vai subir automaticamente?
Não é automático, mas historicamente tem sido a tendência. Quando a oferta diminui e a demanda se mantém ou aumenta, o preço tende a subir pela lei básica da economia. Mas o mercado de criptomoedas é complexo e influenciado por muitos fatores – regulamentações, notícias, adoção institucional, economia global. Então não existe garantia de nada.
10. Quantos bitcoins foram perdidos para sempre?
Estima-se que entre 3 e 4 milhões de bitcoins estejam perdidos permanentemente. Isso acontece quando pessoas perdem as chaves privadas de suas carteiras, esquecem senhas, jogam HDs fora sem querer, ou simplesmente não conseguem mais acessar seus bitcoins. Esses bitcoins continuam existindo no blockchain, mas ninguém consegue movimentá-los. Isso torna o Bitcoin ainda mais escasso na prática.
11. É seguro investir em Bitcoin agora que 95% já foram minerados?
Segurança no sentido de tecnologia? Sim, a rede Bitcoin é muito segura. Agora, se você está perguntando sobre risco financeiro, aí é outra história. Bitcoin é um ativo volátil e arriscado. Pode subir muito, pode cair muito. Nunca invista dinheiro que você não pode perder, e sempre faça sua própria pesquisa antes de investir em qualquer coisa.
12. Como saber quantos bitcoins já foram minerados em tempo real?
Existem vários sites que mostram essas informações em tempo real, como o Blockchain.com, o CoinMarketCap e outros exploradores de blockchain. Esses sites são públicos e qualquer pessoa pode verificar quantos bitcoins existem, quantas transações estão acontecendo, e diversos outros dados sobre a rede. Essa transparência é uma das vantagens do Bitcoin.
13. Países podem banir o Bitcoin e fazer ele perder valor?
Alguns países já tentaram banir ou restringir o Bitcoin, como a China. Mas como a rede é descentralizada e global, é muito difícil eliminá-la completamente. O que pode acontecer é o Bitcoin se tornar menos acessível em determinados países, mas ele continua existindo e funcionando globalmente. No Brasil, o Bitcoin é legal e regulamentado pela Receita Federal e pelo Banco Central.
14. Vale a pena comprar uma fração de Bitcoin se eu não posso comprar um inteiro?
Com certeza! Você não precisa comprar um bitcoin inteiro. Dá para comprar frações bem pequenas – até 0,00000001 BTC, que é chamado de “satoshi” em homenagem ao criador. Muita gente começa investindo valores pequenos, tipo 100 ou 200 reais, só para conhecer como funciona. O importante é entender no que você está investindo e não colocar dinheiro que vai fazer falta.
Fonte: TokenTopNews
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