Ethereum pode chegar a US$ 7 mil

Ethereum pode chegar a US$ 7 mil? Veja o que está acontecendo nos bastidores do mercado

Você já parou pra pensar no que realmente move o preço de uma criptomoeda? Não é só hype nas redes sociais ou aquele influencer falando que tal moeda vai “explodir”. Tem muito mais coisa rolando por trás.

E com o Ethereum, a segunda maior criptomoeda do mundo, a história fica ainda mais interessante. Tem gente falando que o ETH pode bater US$ 7 mil. Sete mil dólares! Parece loucura, né? Mas calma, vamos entender o que está por trás dessa previsão.

O que os especialistas estão vendo nos gráficos

Ethereum pode chegar a US$ 7 mil Veja o que está acontecendo nos bastidores do mercado
Ethereum pode chegar a US$ 7 mil Veja o que está acontecendo nos bastidores do mercado

Sabe aquele amigo que fica olhando gráficos de criptomoedas o dia inteiro? Pois é, esses caras chamados de analistas técnicos viram uma coisa bem curiosa no gráfico do Ethereum.

Tem um padrão se formando há anos. É como se o preço estivesse desenhando uma figura no gráfico. E não é qualquer figura não. É algo chamado “ombro-cabeça-ombro invertido”. Nome esquisito, eu sei.

Mas o que isso significa na prática? Basicamente, é um sinal de que depois de um período ruim (tipo aquela baixa forte de 2022), o mercado pode estar se preparando pra uma alta significativa.

Imagina assim: o Ethereum caiu bastante depois daquele pico de 2021, quando chegou perto de US$ 5 mil. Essa foi a queda que formou o “ombro esquerdo”. Depois veio uma queda ainda maior, criando a “cabeça” do padrão.

E agora? Agora o preço está subindo de novo, formando o que seria o “ombro direito”. Só que esse ombro direito está em um nível mais alto que o esquerdo. Isso é bom. Muito bom, na verdade.

Por quê? Porque mostra que o mercado não está mais tão fraco. As pessoas que estão comprando agora estão dispostas a pagar mais. É tipo quando você vai na feira e percebe que todo mundo tá comprando tomate a um preço maior – sinal de que tem demanda forte.

Para começar hoje com segurança: Relatório Smart: 25 Criptomoedas para o Ciclo de Alta Por Adriano Serafim

A linha que todo mundo está de olho

Mas tem um detalhe importante. Existe uma linha de resistência no gráfico. Pensa nela como um teto invisível que o preço tenta furar mas não consegue.

Já teve várias tentativas de romper essa linha. E todas falharam. Cada vez que o Ethereum chegava lá, batia e voltava pra baixo. É frustrante pra quem investe, mas faz parte do jogo.

A questão é: se o preço conseguir finalmente romper esse teto com força, aí sim a história muda de figura. É como derrubar uma porta trancada – depois que você passa, o caminho fica livre.

E se isso acontecer? Os especialistas fizeram as contas usando o tamanho desse padrão todo. A projeção aponta pra região dos US$ 7 mil. Claro que não vai ser uma subida em linha reta. Vai ter pausa, vai ter correção, vai ter aquele momento de “será que vai cair de novo?”.

Mas a tendência geral seria de alta.

O que mudou no comportamento do mercado

Uma coisa que chama atenção é como o mercado está diferente agora. Não é mais aquela loucura de 2021, quando todo mundo e a mãe estavam comprando cripto.

A volatilidade diminuiu. Sabe aquelas oscilações malucas de 20% em um dia? Estão acontecendo menos. O preço está fazendo fundos cada vez mais altos, o que é um sinal técnico positivo.

Isso geralmente acontece quando quem está investindo não é mais o pessoal querendo ganhar dinheiro rápido. É gente pensando no longo prazo. Investidores sérios, empresas, fundos de investimento.

E isso nos leva a um ponto muito importante…

O Ethereum está sumindo das corretoras

Aqui a coisa fica interessante de verdade. Olha só esse dado: o estoque de Ethereum nas corretoras caiu pra apenas 10,5% do total. É o nível mais baixo desde que a rede foi criada.

Pra você ter ideia, em julho estava em quase o dobro disso. Uma queda de 43% em poucos meses. E por que isso importa?

Simples: quando as moedas saem das corretoras, significa que as pessoas não estão deixando lá pra vender rapidamente. Elas estão tirando pra guardar em carteiras pessoais, fazer staking (tipo render juros), ou usar em outras aplicações.

É como se o Ethereum estivesse cada vez mais escasso no mercado. E você sabe o que acontece quando algo fica escasso e a demanda continua? O preço tende a subir.

Hoje tem mais de 35,6 milhões de ETH travados em staking. Isso não é gente acumulando pra especular não. É o funcionamento da própria rede. O Ethereum precisa dessas moedas travadas pra manter tudo seguro e funcionando.

Quem está comprando Ethereum agora?

Aqui vem uma mudança enorme no perfil de quem investe em cripto. Antes era muito varejo – eu, você, seu primo que trabalha com TI. Agora são as grandes instituições.

Empresas e fundos de investimento controlam aproximadamente 11% de todo o Ethereum em circulação. Pode não parecer muito, mas é um número gigante quando a gente fala de uma criptomoeda.

Dividindo isso: empresas têm 5,6% e os fundos negociados em bolsa (os famosos ETFs) têm 5,1%. São bilhões de dólares.

Só em 2024, os ETFs de Ethereum captaram US$ 12,7 bilhões. Quase tudo vindo dos Estados Unidos. É muito dinheiro entrando.

E essas instituições não compram Ethereum pra vender semana que vem. Elas compram porque veem a tecnologia como infraestrutura digital. Tipo investir em internet nos anos 90.

Mas cadê a empolgação?

Agora vem o lado meio estranho da história. Com todo esse movimento positivo, você esperaria ver aquele buzz todo nas redes sociais, todo mundo falando de Ethereum, NFTs bombando…

Mas não tem nada disso.

As vendas de NFT (aquelas artes digitais) caíram 87%. Oitenta e sete por cento! Praticamente sumiram. O público geral, aquele pessoal que entrou no hype de 2021, não está mais por aqui.

O uso do Ethereum pra pagamentos do dia a dia também continua baixo. As pessoas não estão usando pra comprar café ou pagar contas.

Então fica a pergunta: como o preço pode subir sem esse burburinho todo?

A resposta está em entender que o mercado mudou. Antigamente era tudo sobre hype, memes, promessas de ficar rico rápido. Agora é diferente.

A virada institucional

O Ethereum está virando uma infraestrutura séria. As instituições não ligam pra hype. Elas querem estabilidade, segurança, retorno consistente.

Pra elas, o Ethereum não é uma aposta em ficar rico da noite pro dia. É um ativo que pode gerar rendimento através de staking, que tem utilidade real em finanças descentralizadas, que serve de base pra outras tecnologias.

É tipo a diferença entre comprar ações da Petrobras porque todo mundo tá falando versus comprar porque você analisou os fundamentos da empresa.

Essas instituições estão olhando pra capacidade técnica do Ethereum. As camadas secundárias (layer-2) que tornam as transações mais baratas. Os contratos inteligentes que permitem criar aplicações descentralizadas. O staking que oferece rendimento.

E o varejo, ficou de fora?

Parece que sim. O pequeno investidor ainda não voltou com força. E talvez nem volte da mesma forma.

Isso não é necessariamente ruim. Significa que se o preço subir agora, vai ser por fundamentos mais sólidos, não por FOMO (aquele medo de ficar de fora que faz todo mundo comprar no topo).

O mercado está mais maduro. Menos gente entrando por indicação de coach na internet. Mais gente estudando, entendendo, investindo com critério.

Os números não mentem

Vamos aos fatos concretos. Em agosto, o Ethereum quase tocou os US$ 5 mil de novo, chegando em US$ 4.945. O valor de mercado passou perto de US$ 600 bilhões.

E foi justamente nessa época que o estoque nas corretoras começou a despencar pra valer. Coincidência? Não mesmo.

Quando você olha os dados da blockchain (a tecnologia por trás do Ethereum), fica claro onde está o dinheiro: contratos de staking, custódia institucional, envoltórios de ETF.

As baleias (aqueles investidores gigantes) representam só uma pequena parte. O grosso está em aplicações produtivas da rede.

O Ethereum está saindo das corretoras, mas não tá indo pra carteiras de especuladores. Está indo pra pontes entre diferentes redes, protocolos de “restaking” (tipo um staking turbinado), cofres de empresas.

O que pode acontecer daqui pra frente

Ninguém tem bola de cristal, óbvio. Mas juntando as peças do quebra-cabeça, dá pra fazer alguns cenários.

Cenário otimista: O preço rompe aquela linha de resistência que comentei lá em cima. Com a oferta ficando cada vez mais apertada nas corretoras e a demanda institucional continuando forte, o caminho fica aberto pra buscar os US$ 7 mil ou até mais.

Não seria rápido. Poderia levar meses, até mais de um ano. Mas a direção seria essa.

Cenário realista: O Ethereum continua nessa transição silenciosa. Sobe devagar, faz correções, mas mantém uma tendência de alta consistente. Talvez não chegue nos US$ 7 mil tão cedo, mas estabelece um piso cada vez mais alto.

Cenário pessimista: Algo dá errado na economia mundial, ou surgem problemas técnicos sérios na rede, ou as instituições perdem interesse. Aí o padrão técnico falha e volta tudo pro início.

Por que isso importa pra você?

Mesmo se você não investe em cripto, entender essas mudanças é importante. Porque mostra como um mercado pode amadurecer.

O Ethereum de 2024-2025 é completamente diferente do de 2021. Menos gente conhece, menos gente fala, mas tem muito mais dinheiro sério envolvido.

É tipo aquela empresa que era a queridinha do momento, todo mundo falava, mas não lucrava nada. E depois vira uma empresa sólida, lucrativa, mas “chata”. Ninguém mais posta sobre ela no Instagram, mas os investidores grandes estão lá, firmes.

A questão da descentralização

Vale um parêntese aqui. Quando instituições controlam 11% do Ethereum, isso levanta questões. A ideia original das criptomoedas era ser descentralizada, sem ninguém mandando.

Mas 11% nas mãos de empresas e fundos já é um número considerável. Ainda tá longe de ser centralizado de verdade, mas é algo pra ficar de olho.

Por outro lado, essas instituições não podem simplesmente “controlar” a rede. O Ethereum não funciona assim. Mas elas têm influência no preço, isso é inegável.

O papel do staking

Vamos falar mais sobre esse lance do staking porque é fundamental. Quando você faz staking com seu Ethereum, você trava suas moedas pra ajudar a validar transações na rede.

Em troca, você recebe uma recompensa. É tipo receber juros, mas de forma descentralizada. Atualmente rende em torno de 3-4% ao ano em ETH.

Pode não parecer muito comparado com outras aplicações de cripto, mas é um rendimento relativamente estável e seguro. E pras instituições, isso faz todo sentido.

Elas pegam um ativo que acreditam que vai valorizar no longo prazo E ainda ganham um rendimento enquanto esperam. É a combinação perfeita pra um fundo de investimento.

E tem mais: quando você coloca Ethereum em staking, essas moedas ficam travadas. Não dá pra vender rapidamente. Isso reduz ainda mais a oferta disponível no mercado.

A evolução tecnológica do Ethereum

Outro ponto que atrai as instituições é que o Ethereum não parou no tempo. A rede passa por melhorias constantes.

As chamadas soluções de layer-2 (segunda camada) tornaram as transações muito mais baratas e rápidas. É tipo construir viadutos pra desafogar o trânsito da via principal.

Isso permite que desenvolvedores criem aplicações mais eficientes em cima do Ethereum. E aplicações melhores atraem mais usuários e mais dinheiro.

Tem ainda as atualizações futuras planejadas pra rede, que vão tornar tudo ainda mais escalável. O Ethereum não é um projeto parado. Tá em constante evolução.

Comparando com Bitcoin

É inevitável comparar com o Bitcoin, a maior cripto. Mas são animais diferentes.

O Bitcoin é tipo ouro digital. As pessoas compram pra guardar valor. Não faz muito mais que isso (e tá tudo bem).

O Ethereum é uma plataforma. Dá pra construir coisas em cima dele. É como comparar ouro com um terreno onde você pode construir um prédio.

Ambos podem valorizar, mas por razões diferentes. E ambos têm seu espaço no mercado.

Os riscos que existem

Agora, seria irresponsável falar só das coisas boas. Vamos aos riscos.

Regulação: Governos ainda estão descobrindo como lidar com cripto. Uma regulamentação muito dura poderia atrapalhar bastante.

Tecnologia: Pode aparecer uma blockchain melhor que o Ethereum. Não seria a primeira vez que uma tecnologia é substituída.

Volatilidade: Por mais que tenha diminuído, cripto ainda é volátil. O preço pode cair 30% em um mês e todo mundo entra em pânico.

Economia global: Se der uma recessão forte, ativos arriscados como cripto são os primeiros a sofrer.

Problemas técnicos: Um bug sério na rede, um ataque bem-sucedido… são cenários possíveis, mesmo que improváveis.

Como interpretar esse momento

Então, voltando à pergunta inicial: o Ethereum pode chegar a US$ 7 mil?

Pode. Os fundamentos técnicos estão apontando pra isso. A oferta está diminuindo, a demanda institucional está crescendo, o padrão gráfico sugere uma alta forte pela frente.

Mas vai acontecer? Aí já é outra história. Mercado financeiro não tem garantia.

O que dá pra dizer com certeza é que o Ethereum está numa fase de transição importante. Deixando de ser aquela aposta especulativa pra virar infraestrutura digital de verdade.

É como se a internet nos anos 2000 estivesse virando a internet que conhecemos hoje. Menos hype, mais utilidade real.

Para quem está pensando em investir

Se você tá pensando em entrar nesse mercado, alguns pontos de atenção:

Primeiro, estude. Entenda o que é o Ethereum, como funciona, quais são os riscos. Não compre só porque alguém falou que vai subir.

Segundo, só invista o que você pode perder. Cripto ainda é volátil e arriscado. Não coloque a reserva de emergência nisso.

Terceiro, pense no longo prazo. Se essa análise toda estiver certa, não vai ser da noite pro dia. Vai levar tempo.

Quarto, diversifique. Não coloque tudo em uma única cripto, por mais promissora que pareça.

E quinto, ignore o barulho. Vai ter gente falando que vai pra US$ 10 mil amanhã, vai ter gente falando que vai pra zero. Foque nos fundamentos.

O quadro maior

No fim das contas, o que estamos vendo é um mercado amadurecendo. O Ethereum está deixando de ser um experimento de nerds e virando um ativo financeiro levado a sério por Wall Street.

Isso é bom ou ruim? Depende do que você esperava das criptomoedas.

Se você queria uma revolução descentralizada onde todo mundo tem poder igual, talvez seja decepcionante ver instituições entrando pesado.

Mas se você queria que a tecnologia blockchain fosse adotada em larga escala e se tornasse parte da infraestrutura financeira global, então isso é exatamente o que precisa acontecer.

As duas coisas podem coexistir, aliás. Pode ter uso institucional E uso descentralizado ao mesmo tempo.

Conclusão: uma aposta calculada

A previsão de US$ 7 mil pro Ethereum não é chute aleatório. Tem análise técnica, tem dados de blockchain, tem movimento institucional por trás.

Mas previsão continua sendo previsão. Pode dar certo, pode dar errado, pode dar mais ou menos.

O que mudou é que agora tem mais gente séria apostando nisso. E quando instituições colocam bilhões em algo, geralmente não é por modinha.

Elas fizeram o dever de casa. Analisaram, estudaram, avaliaram riscos. E decidiram que vale a pena.

Isso não garante nada, mas é um sinal bem mais forte do que tweets virais ou promessas de enriquecimento rápido.

O mercado de criptomoedas cresceu. Ficou mais chato, talvez. Mas também ficou mais sério, mais estruturado, mais profissional.

E pra quem tá nisso pro longo prazo, isso pode ser exatamente o que era necessário pra chegar em valores como US$ 7 mil e além.

O tempo vai dizer se essas projeções vão se confirmar. Mas uma coisa é certa: o jogo mudou. E o Ethereum está no centro dessa transformação.

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Perguntas Frequentes

1. O que é Ethereum exatamente?

Ethereum é uma plataforma de blockchain que permite criar aplicações descentralizadas e contratos inteligentes. Diferente do Bitcoin que é mais focado em ser uma moeda digital, o Ethereum funciona como uma espécie de computador mundial onde desenvolvedores podem construir diversos tipos de aplicações. A moeda nativa dessa rede se chama Ether (ETH).

2. Por que o preço do Ethereum pode chegar a US$ 7 mil?

A previsão se baseia principalmente em três fatores: um padrão técnico chamado “ombro-cabeça-ombro invertido” que historicamente indica reversão de tendência, a redução drástica da oferta disponível nas corretoras (que caiu para níveis recordes de 10,5%), e o aumento da demanda institucional, com empresas e fundos controlando cerca de 11% do fornecimento total. Quando a oferta diminui e a demanda aumenta, a tendência é o preço subir.

3. Quanto tempo levaria para o Ethereum chegar nesse valor?

Não há como precisar. Previsões técnicas não vêm com cronograma exato. Pode levar alguns meses, pode levar um ou dois anos. O importante é entender que não seria uma subida em linha reta – haveria pausas, correções e volatilidade pelo caminho. Mercado de cripto não funciona com prazos definidos.

4. É seguro investir em Ethereum agora?

“Seguro” é uma palavra complicada no mundo das criptomoedas. O Ethereum é a segunda maior cripto do mercado e tem uma tecnologia sólida por trás, mas continua sendo um investimento de alto risco. O preço pode subir bastante, mas também pode cair significativamente. Só invista o que você pode perder sem comprometer seu orçamento ou sua paz de espírito.

5. Qual a diferença entre Ethereum e Bitcoin?

Bitcoin é como ouro digital – as pessoas compram principalmente para guardar valor. Já o Ethereum é uma plataforma onde você pode construir coisas: aplicativos descentralizados, contratos inteligentes, sistemas de finanças descentralizadas. O Bitcoin faz uma coisa muito bem (ser uma reserva de valor), enquanto o Ethereum é mais versátil mas também mais complexo.

6. O que é staking de Ethereum?

Staking é quando você “trava” seus Ethers para ajudar a validar transações na rede. Em troca, você recebe recompensas, tipo um rendimento. Atualmente rende cerca de 3-4% ao ano. É como se você emprestasse suas moedas para o funcionamento da rede e ganhasse juros por isso. A vantagem é que você gera renda passiva; a desvantagem é que suas moedas ficam bloqueadas por um período.

7. Por que o estoque nas corretoras está caindo?

Porque as pessoas estão retirando seus Ethers das corretoras para fazer staking, usar em protocolos de finanças descentralizadas, guardar em carteiras pessoais ou transferir para aplicações em camadas secundárias. Quando as moedas saem das corretoras, significa que não estão disponíveis para venda imediata, o que aperta a oferta no mercado.

8. Instituições realmente estão investindo em Ethereum?

Sim, e muito. Só em 2024, os ETFs de Ethereum captaram US$ 12,7 bilhões, quase tudo vindo dos Estados Unidos. Empresas e fundos agora controlam aproximadamente 11% de todo o Ethereum em circulação. Isso representa bilhões de dólares de grandes players financeiros entrando nesse mercado. É uma mudança enorme comparado a alguns anos atrás.

9. Se não tem mais hype, como o preço pode subir?

Essa é a grande mudança no mercado. Antigamente o preço subia com hype e barulho nas redes sociais. Agora sobe com demanda institucional silenciosa. Grandes fundos não fazem alarde quando compram – eles simplesmente compram e seguram. É menos empolgante, mas potencialmente mais sustentável no longo prazo. O mercado amadureceu.

10. O que aconteceu com os NFTs?

As vendas de NFT caíram cerca de 87% em relação aos picos anteriores. O hype passou. Aquela febre de 2021-2022 onde todo mundo estava comprando artes digitais caríssimas simplesmente esfriou. Isso não significa necessariamente que NFTs vão desaparecer, mas o mercado especulativo em torno deles praticamente sumiu. Hoje o foco do Ethereum está em outras aplicações.

11. Qual o maior risco de investir em Ethereum agora?

Volatilidade continua sendo o maior risco. O preço pode cair 20%, 30% ou mais em questão de semanas. Além disso, tem riscos regulatórios (governos podem criar regras que atrapalhem), riscos tecnológicos (pode surgir uma blockchain melhor), e riscos macroeconômicos (uma recessão global afeta todos os ativos de risco). É importante estar preparado para lidar com essas oscilações.

12. Preciso comprar um Ethereum inteiro?

Não! Você pode comprar frações de Ethereum. Assim como não precisa comprar uma barra de ouro inteira, não precisa comprar 1 ETH completo. Pode comprar 0,1 ETH, 0,01 ETH ou qualquer fração que couber no seu bolso. Isso torna o investimento mais acessível para quem está começando com valores menores.

13. Como comprar Ethereum no Brasil?

Existem várias corretoras brasileiras de criptomoedas onde você pode comprar Ethereum com reais. As principais são Mercado Bitcoin, Binance, Foxbit, BitcoinTrade, entre outras. O processo geralmente envolve criar uma conta, fazer verificação de identidade, depositar reais via PIX ou TED, e então comprar o Ethereum. Pesquise bem a corretora antes de escolher.

14. Ethereum pode realmente substituir o sistema financeiro tradicional?

Substituir completamente? Improvável, pelo menos no curto e médio prazo. Mas complementar e oferecer alternativas? Isso já está acontecendo. O Ethereum permite criar sistemas financeiros que funcionam 24/7, sem intermediários, com mais transparência. Não vai acabar com bancos amanhã, mas está criando uma infraestrutura paralela que pode coexistir com o sistema tradicional e atender necessidades que os bancos não atendem bem.

Fonte: The Coin Republic

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