Bitcoin Pode Passar dos 99 Mil Dólares

Bitcoin Pode Passar dos 99 Mil Dólares? Analista Aposta na Alta Mesmo com Sinais de Queda

Sabe quando você olha pro céu carregado e todo mundo fala que vai chover, mas aquele seu amigo teimoso insiste que vai fazer sol? É mais ou menos isso que está acontecendo no mundo do Bitcoin agora. Enquanto alguns indicadores técnicos mostram sinais pessimistas, tem analista apostando alto que a moeda digital vai disparar e passar da marca dos 99 mil dólares.

Parece loucura? Talvez. Mas vamos entender direitinho o que está por trás dessa previsão otimista.

O Que os Especialistas Estão Vendo no Bitcoin

Bitcoin Pode Passar dos 99 Mil Dólares Analista Aposta na Alta Mesmo com Sinais de Queda
Bitcoin Pode Passar dos 99 Mil Dólares Analista Aposta na Alta Mesmo com Sinais de Queda

Um analista conhecido como TARA soltou uma previsão que chamou atenção: mesmo com os gráficos mostrando alguns sinais de baixa, o Bitcoin deve subir forte e ultrapassar os 99 mil dólares. Pra quem acompanha o mercado de criptomoedas, isso não é pouca coisa.

Mas espera aí. Como alguém pode prever uma alta dessas quando os indicadores apontam pro lado contrário? É aí que fica interessante.

Segundo a análise, o Bitcoin deve primeiro alcançar esse preço lá em cima antes de sofrer uma correção mais forte. Sabe quando você sobe uma ladeira bem íngreme, chega no topo, respira um pouco e depois desce? A ideia é essa. Só que, nesse caso, mesmo a “descida” não seria tão dramática a ponto de quebrar os níveis de suporte importantes – aqueles patamares de preço que funcionam como um chão de segurança.

E tem mais: os níveis de retração (aquelas quedas temporárias que acontecem depois de uma subida) vão sendo ajustados conforme o mercado se movimenta. A projeção fala até em um pico histórico pro Bitcoin em 2026, ultrapassando os recordes anteriores.

Para iniciantes curiosos: Relatório Smart: 25 Criptomoedas para o Ciclo de Alta Por Adriano Serafim

Bitcoin Batendo na Porta dos Seis Dígitos

Vamos combinar uma coisa: a ideia de ver o Bitcoin valendo mais de 100 mil dólares não é exatamente nova. Tem gente especulando sobre isso faz tempo. Mas agora a situação parece estar tomando forma de verdade.

Os traders – aqueles investidores que compram e vendem ativos o tempo todo – estão se posicionando pra uma alta que pode levar a criptomoeda além das principais barreiras de resistência. Resistência, pra quem não manja muito do assunto, é tipo aquele teto invisível que o preço tem dificuldade de romper. Quando finalmente rompe, geralmente é com força.

O que ajudou recentemente? Uma notícia boa sobre a inflação nos Estados Unidos. Os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) vieram mais fracos que o esperado. Traduzindo: a inflação não subiu tanto quanto o mercado temia. E quando a inflação dá uma aliviada, ativos como Bitcoin costumam se beneficiar.

Mas tem outro ingrediente importante nessa receita toda.

Os ETFs de Bitcoin Estão Bombando

Talvez você já tenha ouvido falar dos ETFs de Bitcoin. Se não, vou explicar de um jeito simples: são fundos negociados em bolsa que permitem investir em Bitcoin sem precisar comprar a moeda diretamente. É tipo comprar uma ação que representa Bitcoin, entende?

E esses fundos estão recebendo uma enxurrada de dinheiro novo.

Eric Balchunas, um analista da Bloomberg que manja muito do assunto, reportou que os ETFs de Bitcoin registraram entradas líquidas muito fortes recentemente. Tanto que os números de uma semana quanto os do ano inteiro até agora estão bem robustos.

Pensa assim: quando muito dinheiro entra nesses fundos, é sinal de que investidores institucionais – aqueles grandes players do mercado financeiro – estão interessados. E quando os “tubarões” entram na água, geralmente mexe com todo o ecossistema.

Depois de passar o final do ano passado meio de lado, indo e voltando sem muita direção, o Bitcoin começou 2025 mostrando força. A análise de Balchunas sugere que os compradores podem ter esgotado os vendedores. Ou seja, quem queria vender já vendeu. Agora sobrou mais gente querendo comprar do que vender, e isso naturalmente empurra o preço pra cima.

A Questão da Liquidez em Dólar

Aqui entra um conceito que pode parecer complicado, mas é fundamental: liquidez. Basicamente, liquidez é a quantidade de dinheiro circulando no mercado. Quanto mais dinheiro disponível, mais fácil fica comprar ativos – incluindo Bitcoin.

Arthur Hayes, cofundador da BitMEX (uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo), escreveu recentemente sobre isso. Ele acredita que a alta do Bitcoin pode se sustentar porque a liquidez em dólar está aumentando rapidamente.

E por que a liquidez em dólar importa tanto assim? Simples: a maioria das negociações de Bitcoin no mundo acontece em dólar. Quando tem mais dólar circulando, tem mais dinheiro disponível pra comprar Bitcoin.

Hayes aponta que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que assumiu recentemente, deve tomar medidas pra injetar mais liquidez na economia americana. Uma dessas medidas seria baixar as taxas de hipotecas – aqueles financiamentos imobiliários.

Você pode estar pensando: “mas o que isso tem a ver com Bitcoin?” Tem tudo a ver. Quando as taxas de juros das hipotecas caem, as pessoas podem pegar dinheiro emprestado mais barato. Parte desse dinheiro acaba indo pro mercado financeiro, incluindo criptomoedas.

O Problema da Liquidez em 2025

Hayes fez uma observação importante: as condições de liquidez no começo de 2025 não estavam favorecendo muito as carteiras de criptomoedas. Por isso o desempenho ficou meio morno, sabe?

Mas ele alerta pra não interpretar isso como um mercado de baixa cíclico. Não é que as criptomoedas estejam entrando naquele período longo de queda que todo mundo teme. É mais uma questão de falta de dinheiro circulando mesmo.

A boa notícia? Isso pode mudar rapidamente.

Trump e o Federal Reserve: Uma Combinação Explosiva?

Tem outro fator político que pode mexer bastante com o Bitcoin: a escolha do próximo presidente do Federal Reserve, o banco central americano.

Se Trump indicar alguém que defende cortes na taxa de juros – o que é bem provável – pode rolar uma redução maior das taxas. E adivinha? Isso seria ótimo pro Bitcoin e pro mercado de criptomoedas em geral.

Funciona assim: quando as taxas de juros caem, fica mais barato pegar dinheiro emprestado. As pessoas e empresas pegam mais crédito, gastam mais, investem mais. Parte desse dinheiro vai parar em investimentos alternativos, como criptomoedas.

Além disso, com juros baixos, investimentos tradicionais como títulos do governo rendem menos. Aí investidores começam a procurar opções que possam dar retornos maiores – e Bitcoin entra nessa lista.

Mas E os Sinais Negativos?

Olha, não dá pra ignorar que alguns indicadores técnicos estão mostrando sinais de cautela. É importante deixar isso claro.

Esses indicadores funcionam como alertas. Eles analisam padrões de preço, volume de negociação, tendências históricas e outras variáveis pra tentar prever movimentos futuros. E alguns deles estão acendendo luzes amarelas.

Mas aqui vai uma verdade sobre mercado financeiro: ninguém tem bola de cristal. Indicadores técnicos são ferramentas úteis, mas não são infalíveis. Eles podem estar certos às vezes e errados outras vezes.

O que a análise de TARA sugere é que, apesar desses sinais negativos, os fundamentos macroeconômicos – aquelas questões maiores de economia, liquidez e fluxo de capital – estão mais fortes. E no longo prazo, os fundamentos costumam pesar mais que os indicadores de curto prazo.

Como Fica o Cenário Brasileiro Nisso Tudo?

Você que está lendo isso aqui no Brasil pode estar se perguntando: “legal, mas e daí? Como isso me afeta?”

Bom, o mercado de criptomoedas é global. Quando o Bitcoin sobe lá fora, sobe aqui também. A diferença é que a gente vê isso refletido em reais, então o câmbio também entra na conta.

Se o Bitcoin disparar pra 99 mil dólares ou mais, os brasileiros que investem na moeda vão ver seus investimentos valorizarem bastante. Claro que tem que considerar o risco cambial – se o dólar cair muito em relação ao real, a valorização pode ser menor quando convertida.

Mas de modo geral, uma alta forte do Bitcoin costuma movimentar o mercado cripto brasileiro inteiro. Outras criptomoedas tendem a acompanhar, exchanges nacionais veem mais movimento, e o interesse geral pelo assunto aumenta.

O Aspecto Psicológico da Barreira dos 100 Mil Dólares

Tem um lance meio psicológico nisso tudo que vale mencionar. A marca de 100 mil dólares é redonda, bonita, fácil de lembrar. É um daqueles números que grudam na cabeça das pessoas.

Quando um ativo se aproxima de um número psicológico assim, o mercado reage de forma interessante. Tem gente que espera chegar nesse ponto pra vender e realizar lucro. Tem gente que espera passar desse ponto pra comprar, acreditando que aí sim vem a grande disparada.

Essa dinâmica cria uma pressão natural nesses níveis de preço. É como se fosse uma batalha entre compradores e vendedores acontecendo exatamente ali.

Se o Bitcoin conseguir romper os 100 mil dólares com volume forte, pode desencadear o que chamam de FOMO – Fear Of Missing Out, ou “medo de ficar de fora” em bom português. Aí muita gente que estava na dúvida resolve entrar de vez, empurrando o preço ainda mais pra cima.

Os Riscos Que Ninguém Deve Ignorar

Agora vamos falar da parte chata mas necessária: os riscos.

Por mais otimista que seja a previsão, investir em Bitcoin ainda é uma parada arriscada. A volatilidade – aquelas oscilações bruscas de preço – continua sendo enorme. Tem dia que sobe 5%, tem dia que cai 7%. Pra quem não tem estômago forte, pode ser estressante.

Além disso, o mercado de criptomoedas ainda é relativamente jovem e sujeito a mudanças regulatórias. Governos ao redor do mundo estão tentando descobrir como lidar com isso. Uma regulamentação mais dura aqui ou ali pode afetar os preços rapidamente.

Sem contar os riscos técnicos: hacks em exchanges, problemas de segurança, golpes… É um mercado que exige cuidado e conhecimento.

Por isso, a regra básica continua valendo: nunca invista dinheiro que você não pode perder. E sempre faça sua própria pesquisa antes de tomar qualquer decisão.

O Que Esperar Daqui Pra Frente

Se as previsões se confirmarem e o Bitcoin realmente passar dos 99 mil dólares, estaremos vendo um novo capítulo na história das criptomoedas. Seria mais uma prova de que, apesar de todas as críticas e desconfianças, o Bitcoin continua se consolidando como um ativo financeiro relevante.

Mas até lá, o mercado vai continuar fazendo o que faz de melhor: oscilando, surpreendendo, frustrando e recompensando investidores de acordo com suas apostas e timing.

A análise técnica de TARA, combinada com as observações de Hayes sobre liquidez e os dados de Balchunas sobre os ETFs, pintam um cenário onde os elementos estão se alinhando pra uma possível alta forte. Mas como sempre no mundo das finanças, não existe garantia de nada.

Contextualizando com Ciclos Anteriores

Quem já acompanha o Bitcoin há mais tempo sabe que a moeda passa por ciclos. Períodos de alta intensa seguidos de correções significativas. É tipo uma montanha-russa que vai ficando cada vez mais alta.

Nos ciclos anteriores, sempre teve gente prevendo que “dessa vez é diferente” quando os preços começavam a cair. E sempre teve gente dizendo “vai pra lua” quando os preços subiam. A realidade geralmente fica em algum lugar no meio.

O interessante dessa vez é que temos mais infraestrutura financeira ao redor do Bitcoin. Os ETFs, por exemplo, são coisa nova. Instituições financeiras tradicionais estão mais envolvidas do que nunca. Isso muda a dinâmica de alguma forma.

Talvez não evite as oscilações, mas pode trazer mais estabilidade no longo prazo. Ou pode trazer novos tipos de risco. Só o tempo dirá.

Reflexão Final: Vale a Pena Acreditar na Alta?

Então, volta aquela pergunta: será que o Bitcoin vai mesmo passar dos 99 mil dólares como prevê o analista?

Olha, as condições parecem favoráveis. A liquidez aumentando, os ETFs recebendo montanhas de dinheiro, a inflação dando uma segurada, possíveis cortes de juros no horizonte… São ingredientes que historicamente favorecem ativos como Bitcoin.

Por outro lado, o mercado é imprevisível. Pode aparecer algum evento inesperado que mude tudo da noite pro dia. Uma crise geopolítica, uma regulamentação agressiva, um problema técnico sério… Qualquer coisa pode acontecer.

O mais sensato é acompanhar os desenvolvimentos, entender os fundamentos, e tomar decisões baseadas na sua própria situação financeira e tolerância a risco. Não deixe o hype te levar, mas também não ignore sinais positivos quando eles aparecem.

No momento em que as notícias foram divulgadas, o Bitcoin estava negociando em queda nas últimas 24 horas – o que mostra que mesmo com todas essas perspectivas otimistas, a volatilidade segue fazendo parte do jogo.

Bitcoin continua sendo um ativo fascinante, controverso e cheio de possibilidades. Se vai chegar nos 99 mil dólares ou passar dos 100 mil, ninguém pode afirmar com certeza. Mas com certeza vai ser interessante acompanhar essa jornada.

Se esse assunto é do seu interesse, o BlockNexo não decepciona.

Perguntas Frequentes

1. O que é Bitcoin exatamente?

Bitcoin é uma moeda digital descentralizada, criada em 2009. Funciona sem banco central ou administrador único. As transações acontecem diretamente entre usuários através de uma rede peer-to-peer, registradas em um livro-razão público chamado blockchain. Pensa nele como dinheiro digital que ninguém controla sozinho.

2. Por que o Bitcoin sobe e desce tanto?

A volatilidade do Bitcoin vem de vários fatores: o mercado ainda é relativamente pequeno comparado a moedas tradicionais, não tem intervenção de bancos centrais, é influenciado por notícias e sentimento dos investidores, e tem oferta limitada (só existirão 21 milhões de bitcoins). Qualquer notícia grande pode mexer bastante com o preço.

3. O que são ETFs de Bitcoin?

ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos que você compra como se fosse uma ação na bolsa. No caso do Bitcoin, esses fundos investem na criptomoeda, mas você não precisa ter uma carteira digital ou se preocupar com segurança. É um jeito mais simples e regulado de investir em Bitcoin através de corretoras tradicionais.

4. É seguro investir em Bitcoin?

Bitcoin tem riscos consideráveis. A volatilidade é alta, pode cair 20% ou mais em poucos dias. Existe risco de hacks em exchanges, mudanças regulatórias e problemas técnicos. Mas muitos investidores veem valor no longo prazo. A regra de ouro: só invista o que você pode perder sem comprometer suas finanças.

5. Como a inflação nos EUA afeta o Bitcoin?

Quando a inflação está alta, os bancos centrais sobem os juros pra controlar. Juros altos deixam investimentos tradicionais mais atrativos, tirando dinheiro de ativos arriscados como Bitcoin. Quando a inflação cai, há expectativa de juros menores, o que favorece investimentos alternativos e pode fazer o Bitcoin subir.

6. O que são níveis de suporte e resistência?

São conceitos de análise técnica. Suporte é um preço onde historicamente há muitos compradores, funcionando como um “chão”. Resistência é onde há muitos vendedores, funcionando como um “teto”. Quando o preço rompe uma resistência importante, geralmente sobe com força. Quando quebra um suporte, tende a cair mais.

7. Quanto custa um Bitcoin hoje?

O preço do Bitcoin muda constantemente, 24 horas por dia, 7 dias por semana. No momento da publicação desta matéria, estava em torno de 95 a 97 mil dólares, mas você pode verificar o preço atual em sites como CoinMarketCap ou nas próprias exchanges brasileiras como Mercado Bitcoin ou Foxbit.

8. Posso comprar apenas uma fração de Bitcoin?

Sim! Você não precisa comprar um Bitcoin inteiro. Pode comprar frações bem pequenas. A menor unidade é chamada de “satoshi” (0,00000001 BTC). Nas exchanges brasileiras, você consegue começar com valores a partir de R$ 50 ou até menos, dependendo da plataforma.

9. O que é liquidez em dólar e por que importa?

Liquidez é basicamente a quantidade de dinheiro disponível circulando no mercado. Quando os EUA injetam mais dólares na economia (através de cortes de juros, programas econômicos, etc.), sobra mais dinheiro pra investir. Parte desse dinheiro vai pra ativos como Bitcoin, empurrando o preço pra cima.

10. Bitcoin é legal no Brasil?

Sim, é totalmente legal comprar, vender e manter Bitcoin no Brasil. Você precisa declarar na Receita Federal se tiver mais de R$ 5 mil em criptomoedas. As exchanges brasileiras são reguladas e seguem regras do Banco Central. Não é moeda oficial, mas pode ser negociado livremente.

11. Qual a diferença entre Bitcoin e outras criptomoedas?

Bitcoin foi a primeira criptomoeda e é a maior em valor de mercado. É visto como “ouro digital” – mais pra reserva de valor. Outras criptomoedas como Ethereum têm funções diferentes (contratos inteligentes, por exemplo). Tem milhares de criptomoedas, mas Bitcoin continua sendo a mais conhecida e negociada.

12. O que pode fazer o Bitcoin cair de novo?

Várias coisas: regulamentações mais duras de governos, hacks em grandes exchanges, problemas técnicos na rede, mudanças na política monetária americana (juros subindo), países banindo criptomoedas, ou simplesmente investidores resolvendo vender em massa pra realizar lucros. O mercado é sensível a notícias.

13. Vale a pena investir agora ou esperar cair?

Essa é a pergunta de um milhão de dólares (ou bitcoins!). Ninguém sabe o momento perfeito. Alguns investidores fazem aportes regulares (estratégia chamada DCA – Dollar Cost Averaging) sem se preocupar com timing. Outros esperam correções. O importante é não investir por impulso e ter uma estratégia clara.

14. Onde posso aprender mais sobre Bitcoin antes de investir?

Existem vários recursos gratuitos: canais no YouTube sobre educação financeira e criptomoedas, podcasts especializados, cursos online (alguns gratuitos), sites como Portal do Bitcoin e Cointelegraph Brasil, e até mesmo as próprias exchanges oferecem conteúdo educativo. O importante é estudar antes de colocar dinheiro.

Fonte: NEWSBTC

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