Bitcoin pode disparar em 2026 com mudanças do Fed, diz CEO da Abra
Você já parou pra pensar como as decisões dos bancos centrais lá dos Estados Unidos podem afetar o Bitcoin aqui no Brasil? Parece coisa distante, né? Mas não é bem assim. O que acontece com o Federal Reserve – o banco central americano, que a gente chama só de Fed – mexe com os mercados do mundo inteiro. E agora tem gente importante dizendo que 2026 pode ser um ano bem interessante pra quem investe em criptomoedas.
Principais Conclusões
O que o CEO da Abra está dizendo?

Bill Barhydt, que é o CEO da Abra (uma plataforma de investimentos em cripto), deu uma entrevista recente que chamou atenção. Ele basicamente falou que o Bitcoin pode se beneficiar bastante em 2026 por causa de mudanças na política monetária americana. Mas calma, vamos explicar isso sem economês chato.
A ideia é a seguinte: quando o Fed começa a injetar mais dinheiro na economia e baixar as taxas de juros, isso geralmente é bom pra ativos de risco – que é o nome bonito que o mercado dá pra investimentos mais arriscados, como ações e criptomoedas. E o Bitcoin entra nessa categoria.
Depois de um tempo com juros altos e o dinheiro meio “travado” no sistema financeiro, parece que as coisas podem começar a afrouxar. E quando o dinheiro circula melhor, os investidores ficam mais animados pra arriscar em coisas novas. É tipo quando você tem uma graninha extra no final do mês e resolve experimentar aquele restaurante diferente que sempre quis conhecer.
Para começar hoje com segurança: Relatório Smart: 25 Criptomoedas para o Ciclo de Alta Por Adriano SerafimCriptomoedas – “Um mundo de riquezas e oportunidades $$$”
Fed voltando a comprar títulos: o que isso significa?
Barhydt comentou algo interessante durante a entrevista na Schwab Network. Ele disse que o Fed já está começando a preparar o terreno pra uma política mais flexível. Segundo ele, já dá pra ver sinais de que o banco central americano está voltando a dar suporte pro mercado de títulos públicos.
Ele até usou uma expressão curiosa: “flexibilização quantitativa leve”. Pra gente entender melhor: é como se o Fed estivesse começando a abrir um pouquinho a torneira do dinheiro, mas sem exageros. Eles estão comprando os próprios títulos do governo americano pra ajudar a manter a demanda firme.
“A gente tá vendo o Fed começar a comprar seus próprios títulos”, explicou Barhydt. “No ano que vem, a demanda por dívida do governo provavelmente vai cair junto com a queda dos juros. Essa combinação costuma ser positiva pra todos os ativos, incluindo o Bitcoin.”
Pensa assim: quando os juros caem, aqueles investimentos super seguros, como títulos do governo, ficam menos atrativos porque pagam menos. Aí o pessoal com dinheiro começa a procurar outras opções que possam render mais. E o Bitcoin entra na lista.
Regulamentação mais clara: finalmente?
Mas não é só a questão do dinheiro circulando mais. Barhydt também tocou num ponto importante: a regulamentação das criptomoedas nos Estados Unidos tá ficando mais clara. E olha, isso é algo que todo mundo no mercado cripto estava esperando há muito tempo.
Pra quem não acompanha de perto, os EUA têm sido meio confusos com as regras sobre criptomoedas. Uma hora parece que vão apertar, outra hora afrouxam. Essa incerteza deixa muita gente grande – tipo bancos e fundos de investimento – com o pé atrás.
Agora, com as coisas ficando mais definidas, esses investidores institucionais (que movimentam muito dinheiro) podem se sentir mais confortáveis pra entrar de vez no mercado cripto. É como quando você finalmente entende as regras de um jogo novo e se sente seguro pra jogar de verdade.
E tem mais: o interesse institucional não para de crescer. Cada vez mais empresas grandes e fundos de investimento estão olhando pro Bitcoin não como uma aposta maluca, mas como um ativo sério que merece espaço no portfólio. Isso é bem diferente de como as coisas eram há alguns anos.
Mas os juros vão cair mesmo?
Agora, nem tudo são flores. Apesar do otimismo do pessoal da Abra, o mercado tá um pouco mais cauteloso. Dados do CME Group (uma das maiores bolsas de derivativos do mundo) mostram que só 14,9% dos investidores acreditam que o Fed vai cortar juros já na reunião de janeiro.
Em novembro, esse número era de 23%. Ou seja, a expectativa caiu. Isso significa que talvez a gente tenha que esperar um pouquinho mais pra ver os juros baixando de verdade. O Fed tá indo com calma, avaliando a situação da inflação e da economia americana antes de tomar decisões grandes.
Aqui no Brasil, a gente sabe bem como funciona essa história de banco central mexendo nos juros, né? Quando o Banco Central aumenta a Selic, fica mais caro pegar empréstimo e mais atrativo deixar o dinheiro rendendo na poupança ou em títulos. Nos EUA é parecido.
Ganhos mais estáveis, menos montanha-russa
Semana passada, Matt Hougan, que é o diretor de investimentos da Bitwise (outra empresa grande do mercado cripto), também deu sua opinião sobre o futuro do Bitcoin. E olha, ele concorda que os próximos anos podem ser bons, mas com uma ressalva importante.
Segundo Hougan, não dá pra esperar aquelas altas malucas de 500% ou 1000% em um ano, como a gente já viu no passado. Sabe aquela história do Bitcoin que valia alguns dólares e de repente estava valendo dezenas de milhares? Essa fase explosiva provavelmente já passou.
“Acho que estamos numa escalada de 10 anos com retornos fortes”, ele disse. “Não são retornos espetaculares, mas são retornos fortes, com menos volatilidade e alguns altos e baixos.”
Isso na verdade pode ser bom. Volatilidade alta assusta muita gente. Imagina você comprar Bitcoin numa segunda-feira e na terça-feira ter perdido 30% do valor? É de dar um frio na barriga. Se o mercado ficar mais estável, mais gente pode se sentir confortável pra investir.
Pensa em como os fundos imobiliários aqui no Brasil cresceram quando ficaram mais previsíveis e estáveis. A mesma coisa pode acontecer com o Bitcoin: menos emoção de montanha-russa, mais investimento sério e de longo prazo.
Bitcoin entrou numa fase de correção
Enquanto isso, tem analistas olhando pro que aconteceu recentemente com o Bitcoin. Linh Tran, uma analista que acompanha o mercado de perto, acredita que o Bitcoin entrou numa fase de correção no final de 2025.
O que aconteceu foi o seguinte: o Bitcoin chegou perto dos 126 mil dólares (isso mesmo, mais de 600 mil reais na cotação de hoje!), mas depois caiu uns 35%, indo pra região dos 80 mil dólares. Pra quem não tá acostumado, pode parecer um desastre. Mas no mundo das criptos, essas correções são relativamente comuns.
Segundo Tran, essa queda não é só um movimento aleatório. Ela reflete uma mudança estrutural no mercado. O Bitcoin não é mais aquela coisa que só investidor pequenininho comprava porque ouviu falar no YouTube. Agora, ele tá muito mais ligado a fatores macroeconômicos – tipo taxa de juros, inflação, políticas dos bancos centrais.
“O mercado tá mais maduro”, seria uma forma de resumir. E com essa maturidade vem uma dinâmica diferente. Menos especulação doida, mais análise fundamentalista. É como quando você deixa de comprar ação porque o primo do amigo disse que ia subir e passa a estudar o balanço da empresa antes.
O que esperar pro começo de 2026?
Olhando pro primeiro trimestre de 2026, a coisa parece que vai ser mais de consolidação do que de explosão. Por quê? Porque os juros ainda estão altos nos EUA – entre 3,5% e 3,75% – e a expectativa é que só vão começar a cair de verdade lá pro meio do ano.
Enquanto o dinheiro não ficar mais barato e mais fácil de circular, o Bitcoin provavelmente vai se manter num ritmo mais calmo. Não é que ele vá despencar, mas também não deve dar aquele salto gigante que muita gente gostaria de ver.
“Quando as condições de liquidez ainda não melhoraram de forma significativa, é improvável que o Bitcoin entre numa fase de crescimento forte movida puramente por fatores macro”, explicou Tran. “Em vez disso, o ambiente monetário atual pode manter a criptomoeda negociando de maneira cautelosa e estável.”
Ou seja: calma e paciência. O jogo agora é de longo prazo.

ETFs de Bitcoin: uma faca de dois gumes
Outro ponto interessante pra gente considerar são os ETFs de Bitcoin. Pra quem não sabe, ETF é tipo um fundo que você compra na bolsa, e ele replica o preço do Bitcoin sem você precisar comprar o Bitcoin diretamente. Ficou mais fácil pros investidores tradicionais entrarem no mercado.
E olha, os ETFs de Bitcoin à vista (aqueles que de fato compram Bitcoin de verdade, não derivativos) já acumulam mais de 110 bilhões de dólares em ativos. É muita grana. Mas – sempre tem um mas – os fluxos de entrada e saída têm sido meio irregulares ultimamente.
Isso sugere que as instituições não estão só despejando dinheiro no Bitcoin. Elas estão sendo seletivas, realocando de forma estratégica. Às vezes colocam mais, às vezes tiram um pouco. É uma abordagem mais profissional e menos emocional.
Aqui no Brasil, a gente ainda não tem ETFs de Bitcoin à vista aprovados, mas temos fundos e outros produtos que permitem exposição às criptos. E a tendência é que esse mercado cresça cada vez mais por aqui também.
O contexto brasileiro: como tudo isso nos afeta?
Você pode estar pensando: “Tudo bem, mas e eu aqui no Brasil, como fico nessa história?”
Bom, o Brasil é super integrado ao mercado financeiro global, especialmente ao dos Estados Unidos. Quando o Fed muda sua política, isso afeta o dólar, afeta o fluxo de investimentos pra países emergentes como o nosso, afeta tudo.
Se os juros americanos caem, geralmente o dólar fica mais fraco. Isso pode fazer o real se valorizar um pouco. Mas também pode significar que mais dinheiro vem pros mercados emergentes buscando retorno. E alguns desses investidores podem olhar pro Bitcoin como alternativa.
Além disso, o Brasil tem uma comunidade cripto bem ativa. A gente tá entre os países que mais usam criptomoedas no mundo. Seja pra investir, seja pra remessas internacionais, seja só por curiosidade mesmo.
Com o mercado ficando mais maduro globalmente, as chances de termos regulamentação mais clara aqui também aumentam. E isso pode trazer mais segurança pra todo mundo – investidores, empresas, todo mundo.
Bitcoin é pra você?
Essa é sempre a pergunta de um milhão de dólares (ou de bitcoins, né?). Olha, investir em criptomoedas não é pra qualquer um. É um mercado que ainda tem bastante risco, mesmo com toda essa maturação que a gente tá vendo.
Antes de colocar qualquer centavo em Bitcoin ou qualquer outra cripto, você precisa entender o que tá fazendo. Estude, pesquise, entenda os riscos. E nunca, nunca invista dinheiro que você não pode perder.
Pensa assim: se você perdesse todo o dinheiro que tá pensando em investir em cripto, sua vida continuaria normal? Você conseguiria pagar as contas, o aluguel, o mercado? Se a resposta for não, então não invista. Simples assim.
Por outro lado, se você tem uma reserva de emergência montada, entende os riscos e quer diversificar seus investimentos, o Bitcoin pode fazer sentido como uma pequena parte do seu portfólio. A palavra-chave aqui é “pequena” – especialistas costumam recomendar não mais que 5% a 10% do patrimônio em ativos de alto risco.
Diversificação é a chave
E já que a gente tá falando de investimentos, vale sempre lembrar: não coloca todos os ovos na mesma cesta. Ou, no caso, todos os reais no mesmo ativo.
Ter um pouco de ações, um pouco de renda fixa, um pouco em fundos imobiliários, talvez um pedacinho em cripto – essa mistura é o que protege você das oscilações malucas de qualquer mercado específico.
O Bitcoin pode sim ter um ótimo 2026. Pode ser que Barhydt esteja certíssimo e a gente veja uma valorização legal. Mas também pode ser que demore mais, que a economia global enfrente outros desafios, que surjam novas regulamentações que ninguém esperava.
No mundo dos investimentos, certeza absoluta não existe. O que existe é informação de qualidade, análise cuidadosa e gestão inteligente de riscos.

Fique de olho nos sinais
Se você já investe ou tá pensando em investir em Bitcoin, alguns sinais são importantes de acompanhar daqui pra frente:
As decisões do Fed sobre taxa de juros são cruciais. Cada reunião pode trazer novidades que mexem com o mercado todo. E não é só o que eles decidem, mas o que falam sobre o futuro também.
A questão regulatória nos EUA e em outros países é outro ponto. Regulação clara geralmente é boa pro mercado no longo prazo, mesmo que no curto prazo possa trazer alguma turbulência.
O comportamento dos investidores institucionais também vale acompanhar. Se grandes fundos e empresas continuarem aumentando posição em Bitcoin, isso é um sinal de confiança.
E claro, a adoção real da tecnologia. Bitcoin não é só especulação de preço. A tecnologia blockchain por trás dele tem aplicações reais e quanto mais uso prático existir, mais sólida é a proposta de valor.
Expectativas realistas são fundamentais
Uma coisa que o pessoal mais experiente em cripto sempre fala é: tenha expectativas realistas. Aqueles tempos de multiplicar o investimento por 10 em seis meses provavelmente ficaram pra trás. Ou pelo menos vão ser cada vez mais raros.
Mas isso não é necessariamente ruim. Um mercado mais estável e previsível atrai mais gente séria. Traz mais capital. Cria mais infraestrutura. Isso tudo fortalece o ecossistema como um todo.
Se você pensar no Bitcoin como um investimento de longo prazo – tipo 5, 10 anos – e não como um esquema de ficar rico rápido, as chances de você tomar decisões melhores aumentam muito.
Conclusão: otimismo cauteloso
Então, resumindo tudo: o cenário pra 2026 tem seus pontos positivos. A possibilidade de política monetária mais frouxa nos EUA, regulamentação ficando mais clara, crescente interesse institucional – tudo isso são ventos a favor pro Bitcoin.
Mas também tem os desafios. Juros ainda vão ficar altos por um tempo. O mercado tá mais maduro, então os movimentos são menos explosivos. E a economia global sempre pode reservar surpresas.
O conselho é: fique informado, seja cauteloso, não invista no escuro e pense no longo prazo. Se você fizer sua parte e entender bem no que tá entrando, 2026 pode sim ser um ano interessante pra quem tem exposição ao mercado cripto.
E lembra: mercado financeiro não é loteria. É estudo, estratégia, paciência e disciplina. Com essas ferramentas, você pode navegar melhor qualquer cenário que vier pela frente.
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Perguntas Frequentes
1. O que é o Federal Reserve e por que ele influencia o Bitcoin?
O Federal Reserve (Fed) é o banco central dos Estados Unidos. Ele controla a política monetária americana, definindo taxas de juros e decidindo quanto dinheiro circula na economia. Como o dólar é a moeda mais importante do mundo e os EUA têm a maior economia global, as decisões do Fed afetam mercados no mundo inteiro, incluindo o Bitcoin. Quando o Fed injeta dinheiro na economia ou baixa juros, os investidores ficam mais propensos a buscar ativos de risco como criptomoedas.
2. Quanto dinheiro devo investir em Bitcoin?
A recomendação geral de especialistas é nunca investir mais de 5% a 10% do seu patrimônio em ativos de alto risco como Bitcoin. E mais importante: só invista dinheiro que você pode perder sem comprometer seu padrão de vida. Antes de pensar em cripto, tenha uma reserva de emergência montada e suas finanças básicas organizadas.
3. Bitcoin é seguro?
A tecnologia por trás do Bitcoin (blockchain) é muito segura. Mas isso não significa que investir em Bitcoin seja sem riscos. O preço é volátil, pode subir ou cair muito em pouco tempo. Além disso, você precisa tomar cuidado com golpes, exchanges não confiáveis e com a guarda segura das suas moedas. A segurança depende muito de como você maneja seus investimentos.
4. Preciso comprar um Bitcoin inteiro?
Não! Você pode comprar frações bem pequenas de Bitcoin. A menor unidade é chamada de satoshi (0,00000001 BTC). Nas corretoras brasileiras, você consegue começar com valores baixos, tipo 50 ou 100 reais. Não precisa ter milhares de reais pra começar.
5. Como o Bitcoin é tributado no Brasil?
No Brasil, você precisa declarar Bitcoin no Imposto de Renda se tiver mais de R$ 5 mil em criptomoedas. E se você vender mais de R$ 35 mil em cripto num único mês, precisa pagar imposto de 15% a 22,5% sobre o lucro (dependendo do valor). É importante guardar todos os comprovantes de compra e venda. Considere consultar um contador especializado.
6. O que são ETFs de Bitcoin?
ETF é a sigla pra Exchange Traded Fund, que seria algo como “fundo negociado em bolsa”. Um ETF de Bitcoin permite que você invista no Bitcoin através da bolsa de valores, sem precisar comprar, guardar e gerenciar a criptomoeda diretamente. É mais simples e mais familiar pra quem já investe em ações. Nos EUA já existem vários aprovados, mas no Brasil ainda estamos esperando.
7. Bitcoin pode ir a zero?
Teoricamente, qualquer ativo pode perder todo seu valor. Mas quanto mais o Bitcoin amadurece, com mais adoção institucional, regulamentação clara e infraestrutura sólida, menor essa probabilidade fica. Hoje, com empresas gigantes, fundos bilionários e até países investindo em Bitcoin, o risco de ele simplesmente desaparecer é bem menor do que era há 10 anos. Mas risco zero não existe em investimento nenhum.
8. Qual a diferença entre Bitcoin e outras criptomoedas?
Bitcoin foi a primeira criptomoeda e continua sendo a maior e mais conhecida. Ele funciona principalmente como reserva de valor (tipo ouro digital). Já outras criptos como Ethereum têm funções diferentes, tipo executar contratos inteligentes e aplicações descentralizadas. Cada cripto tem sua proposta e tecnologia. Bitcoin é geralmente visto como a mais estabelecida e “segura” entre as criptos.
9. Como escolher uma corretora de Bitcoin confiável?
Procure corretoras regulamentadas no Brasil, com boa reputação, que existam há alguns anos e tenham um bom suporte ao cliente. Verifique as taxas cobradas, a segurança oferecida (autenticação em duas etapas, por exemplo) e a facilidade de uso da plataforma. Algumas das mais conhecidas no Brasil são Mercado Bitcoin, Foxbit e Binance. Pesquise avaliações de outros usuários antes de escolher.
10. O que é mineração de Bitcoin?
Mineração é o processo pelo qual novas moedas de Bitcoin são criadas e transações são validadas na rede. Mineradores usam computadores potentes pra resolver problemas matemáticos complexos. Quando resolvem esses problemas, ganham Bitcoin como recompensa. Mas hoje em dia, minerar Bitcoin requer equipamento especializado muito caro e consome muita energia. Não é algo viável pra pessoa comum fazer em casa.
11. Bitcoin é usado pra crimes?
Essa é uma preocupação que muita gente tem. Sim, como qualquer dinheiro, Bitcoin pode ser usado pra coisas ruins. Mas estudos mostram que a grande maioria das transações de Bitcoin são legítimas. Além disso, ao contrário do que muitos pensam, Bitcoin não é totalmente anônimo – todas as transações ficam registradas publicamente no blockchain. Isso na verdade facilita o rastreamento de atividades suspeitas pelas autoridades.
12. Qual o melhor momento pra comprar Bitcoin?
Essa é a pergunta que todo mundo quer responder! A verdade é que ninguém consegue prever com certeza o melhor momento. Uma estratégia comum é o “DCA” (Dollar Cost Averaging), que seria comprar uma quantia fixa regularmente (tipo todo mês), independente do preço. Assim você compra quando tá caro e quando tá barato, fazendo uma média. Isso reduz o risco de comprar tudo no pior momento possível.
13. O que acontece quando todos os Bitcoins forem minerados?
Bitcoin tem um limite máximo de 21 milhões de moedas. Estima-se que a última será minerada lá por volta de 2140. Quando isso acontecer, não haverá mais criação de novos Bitcoins. Os mineradores continuarão operando, mas serão pagos apenas pelas taxas de transação. Esse limite é uma das características que tornam Bitcoin deflacionário, ao contrário do dinheiro tradicional que governos podem imprimir indefinidamente.
14. Vale a pena investir em Bitcoin mesmo chegando tarde?
Muita gente acha que “perdeu o trem” do Bitcoin porque não comprou quando valia centavos. Mas olha, se você acredita que a adoção vai continuar crescendo e que Bitcoin tem valor de longo prazo, então não é necessariamente tarde. Claro que os ganhos explosivos de quem comprou há 10 anos provavelmente não vão se repetir. Mas como investimento de longo prazo, com uma pequena parte do patrimônio, ainda pode fazer sentido. O importante é entrar consciente, informado e sem expectativas irreais.
Fonte: CryptoNews







